Ciclo de Conferências do Ambiente

Realiza-se no próximo sábado, dia 15 de Novembro, o Ciclo de Conferências do Ambiente. O evento terá lugar na FCSH/NOVA.

– Programa –

14:00 – 14:05 Abertura

Luís Silva (CRIA-FCSH/NOVA)

14:05 – 14:25 “Territórios sagrados”: O papel dos chimpanzés nas perceções da natureza em duas áreas protegidas da Guiné-Bissau

Amélia Frazão (CRIA-FCSH/NOVA) e Cláudia Sousa (CRIA-FCSH/NOVA)

14:25 – 14:45 Aproximações etnográficas sobre o projeto de rewilding na Faia Brava

Guilherme Sá (Universidade de Brasília)

14:45 – 15:05 Predadores: Relações e conservação a propósito da reintrodução do lince Ibérico

Margarida Lopes Fernandes (CRIA-FCSH/NOVA) e Amélia Frazão (CRIA-FCSH/NOVA)

15:05 – 15:25 Parques e pessoas: Naturezas e culturas

Humberto Martins (UTAD; CRIA/ISCTE-IUL)

15:25 – 15:45 Mercantilização do património, paisagem construída e um Parque Natural: O caso da ilha da Madeira

Filipa Fernandes (ISCSP – UL)

15:45 – 16:00 Pausa para o que aprouver

16:00 – 16:20 Antropologia da energia e o problema das centrais fotovoltaicas em Portugal

Luís Silva (CRIA-FCSH/NOVA)

16:20 – 16:40 Participação pública nos processos de decisão sobre energias renováveis

Ana Delicado (ICS – UL)

16:40 – 17:00 Abundância sem limites? Representações do consumo de energia inscritas nos conteúdos televisivos

Ana Horta (ICS – UL)

17:00 – 17:20 O que deveríamos saber sobre as alterações climática? Nada.

Paulo Mendes (UTAD; CRIA/ISCTE-IUL)

17:20 – 17:40 Os peixes grandes devoram os pequenos: a roda-da-fortuna e o poder moral do mar

Francisco Oneto (ISCTE-IUL; CRIA/ISCTE-IUL)

17:40 – 18:10 Debate final

Organização

Luís Silva (CRIA-FCSH/NOVA)

Paulo Mendes (UTAD; CRIA/ISCTE-IUL)

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Ciclo de Conferências do Ambiente

No próximo dia 15 de Novembro irá realizar-se um ciclo de conferências do Ambiente na FCSH/NOVA.

Organização:
Luís Silva (CRIA-FCSH/NOVA)
Paulo Mendes (UTAD; CRIA/ISCTE-IUL)

– Programa –
14:00 – 14:05 Abertura
Luís Silva (CRIA-FCSH/NOVA)
14:05 – 14:25 “Territórios sagrados”: O papel dos chimpanzés nas perceções da natureza em duas áreas
protegidas da Guiné-Bissau
Amélia Frazão (CRIA-FCSH/NOVA) e Cláudia Sousa † (CRIA-FCSH/NOVA)
14:25 – 14:45 Aproximações etnográficas sobre o projeto de rewilding na Faia Brava
Guilherme Sá (Universidade de Brasília)
14:45 – 15:05 Predadores: Relações e conservação a propósito da reintrodução do lince Ibérico
Margarida Lopes Fernandes (CRIA-FCSH/NOVA) e Amélia Frazão (CRIA-FCSH/NOVA)
15:05 – 15:25 Parques e pessoas: Naturezas e culturas
Humberto Martins (UTAD; CRIA/ISCTE-IUL)
15:25 – 15:45 Mercantilização do património, paisagem construída e um Parque Natural: O caso da ilha
da Madeira
Filipa Fernandes (ISCSP – UL)
15:45 – 16:00 Pausa para o que aprouver
16:00 – 16:20 Antropologia e história de um conflito ambiental na Beira Baixa
Pedro Gabriel Silva (UTAD; CETRAD)
16:20 – 16:40 Antropologia da energia e o problema das centrais fotovoltaicas em Portugal
Luís Silva (CRIA-FCSH/NOVA)
16:40 – 17:00 Participação pública nos processos de decisão sobre energias renováveis
Ana Delicado (ICS – UL)
17:00 – 17:20 Abundância sem limites? Representações do consumo de energia inscritas nos conteúdos
televisivos
Ana Horta (ICS – UL)
17:20 – 17:30 Pausa para o que aprouver
17:30 – 17:50 O que deveríamos saber sobre as alterações climática? Nada.
Paulo Mendes (UTAD; CRIA/ISCTE-IUL)
17:50 – 18:10 Os peixes grandes devoram os pequenos: a roda-da-fortuna e o poder moral do mar
Francisco Oneto (ISCTE-IUL; CRIA/ISCTE-IUL)
18:10 – 18:30 Apropriação social da natureza pela comunidade piscatória da Aguda:
Uma abordagem etnoecológica
Joana Agra (Universidade Lusófona do Porto; CRIA-FCSH/NOVA)
18:30 – 19:00 Debate final

20 de Fevereiro de 2010 – 4 anos!

Hoje faz 4 anos!
Um dos piores desastres de sempre na ilha da Madeira fez-se sentir logo pela manhã em toda a ilha com particular incidência na costa sul.
Desde o grande aluvião de 1803 muitos foram os desastres de carácter hidrogeomorfológico verificados na Madeira. Contudo, parece que a memória cultural procurou esquecer esses eventos. Por que motivos ? Como? E com que consequências? Estas são algumas das questões que norteiam a investigação multidisciplinar que está a ser levada a cabo pelo projeto DMDM do qual faço parte.
Muitos caminhos terão ainda de ser trilhados, porém, há uma certeza a de não esquecer e de relembrar para melhor se fazer.

Programa «Paysage d’Ici et d’Ailleurs” – Paisagens da Madeira

O Canal franco-alemão ARTE-TV, realizou um programa «Paysage d’Ici et d’Ailleur” sobre paisagens da ilha da Madeira, no participei com muito gosto para falar nas minhas/nossas levadas, objecto de estudo das minhas teses de mestrado e de doutoramento.

Mais informações aqui.

Trajectos Antropológicos na Universidade de Lisboa

Decorrerá nos próximos dias 05 e 06 de Dezembro no ISCSP e no ICS o evento “Trajectos Antropológicos na Universidade de Lisboa”. Uma boa oportunidade para se verificar o que de melhor se faz ao nível da investigação nas duas ‘casas’.

Apareçam, a entrada é livre.

 

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Antropologia, turismo de natureza e suas conexões – III

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À semelhança das semanas anteriores, revelo aqui mais umas ‘pistas’ acerca da (possível) relação entre a antropologia e o turismo de natureza.

O que significa o turismo nos espaços naturais? Como é que se conceptualiza?

Para Fredman e Tyrväinen (2011) não existe uma definição consensual e consistente de turismo nos espaços naturais devido à dificuldade em separar os recreacionistas dos turistas e, ainda, em distinguir a actividade específica dos serviços mais amplos associados a essa actividade.

O turismo de natureza ou nos espaços naturais é uma categoria abrangente que apresenta alguns elementos de diversas formas de turismo tal como o ecoturismo, o turismo de aventura e o turismo sustentável. “Pode ser entendido como “tourism experience in nature, activity-based but with differing levels of involvement and physical engagement” (Vespestad e Lindberg, 2010:04).

Rinne e Saastamoinen afirmam que o turismo nos espaços naturais significa “visiting places in which natural amenities and characteristics are the most important attraction and/or tourist activities are situated and performed in a natural environment” (Rinne e Saastamoinen, 2005:90).

Valentine (1992) por seu turno menciona que o turismo está relacionado com o desfrute de alguns elementos da natureza, evidenciando-se aqui o elemento recreativo. As experiências e actividades tidas no seio deste segmento basear-se-ão na apreciação da natureza e, ainda, na medida em que as experiências de viagem dependerão da natureza.

As definições apresentadas anteriormente mostram que o turismo nos espaços naturais está associado a actividades de lazer que ocorrem em diferentes espaços, e os elementos chave são os visitantes e as experiências de ou na natureza.

(…)