Painel – Imaginários do Turismo: Comunicações aceites (V Congresso APA)

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Seguem-se as comunicações aceites para o painel 05: Imaginários do turismo, referentes ao V Congresso da Associação Portuguesa de Antropologia, que se realizará entre 08 a 11 de setembro de 2013, na UTAD (Vila Real).

Coordenação:
Filipa Fernandes (ISCSP/UTL) e Carina Sousa Gomes (CES/FEUC)

Comunicações aceites para o painel:

1. “Pode Fazer O Que Quiser Dela, Exceto Matá-la”.
Autor: Wladimir Blos (Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC)

Imagens da prostituição no Brasil são exportadas pela mídia através da promoção turística, entre outros eventos. Atraem turistas que visam a satisfação sexual com brasileiros. A pesquisa trata das imagens que evidenciam corpos nus, disponíveis e exóticos.
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2. Enobrecimento Litorâneo: A construção do Azul-Mar da Orla de Atalaia
Autor: Simone Araujo (Universidade Federal de Sergipe)

Propõe-se pensar as ressonâncias práticas e simbólicas da intervenção urbana que resultou na configuração “Orla de Atalaia”, uma estratégia política para simular determinada estética das praias do nordeste brasileiro, não encontrada nas “escuras” águas da Praia de Atalaia.
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3. Espaços de fé: Santuários Católicos no estado do Rio Grande do Norte/Brasil no contexto do turismo religioso: O caso de Santa Cruz
Autor: Maria do Socorro Vale Bezerra de Góis Góis (Universidade Federal do Rio Grande do Norte)

O trabalho apresenta uma análise histórico, sociocultural das políticas públicas do turismo religioso do RN-Brasil. Discute ações do programa Regionalização do Turismo, a exemplo do PROTEDUTUR/NE relacionado às políticas eclesiais a partir da construção de novos Santuários Católicos no estado do RN.
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4. Imaginários turísticos no Estado Novo: construções de ferro e de paz a bem da Nação
Autor: Cândida Cadavez (Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril)

Esta apresentação pretende demonstrar como a artificialidade dos destinos turísticos, concebidos como loci míticos, adquire um cariz particularmente marcante em regimes políticos nacionalizantes, como o autodesignado Estado Novo português.
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5. O turismo como diferencial para o desenvolvimento da cidade: um estudo de caso sobre Florianópolis (SC, Brasil) durante a década de 1970.
Autor: Daniel Lunardelli (Autônomo)

A proposta é refletir sobre a cidade de Florianópolis travestida para sua venda dentro do mercado de cidades turísticas. Através da imprensa é possível analisar a construção das várias faces de Florianópolis, quem deve vir e o que deve aproveitar da cidade e os investimentos que devem ser feitos.
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6. Portmán, construcción y negociación de un destino turístico (sin turistas)
Autor: Raúl Travé Molero (Universitas Miguel Hernández de Elche)

Desde los años 60 Portmán se fue convirtiendo, para sus vecinos, en un destino turístico sin necesidad de recibir a ningún turista. En esta población podemos estudiar cómo se entretejen los discursos que construyen, no sin conflicto y negociación, el turismo como horizonte de desarrollo deseable.
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7. Rituales y otras escenificaciones: turismo étnico en la región de los altos de Chiapas, México (ES)
Autores: Eugenia Bayona Escat (Universidad de Valencia)
Miquel Àngel Ruiz Torres (University of Valencia)

La población indígena de Los Altos ha entrado en el juego de la escenificación turística y recrea el imaginario del ancestral y exótico mundo maya. Los indígenas escenifican una cultura adecuada para el consumo turístico, a la vez que toman nuevas posiciones sociales e identitarias en la región.
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8. Tourist Imaginaries of Antarctica
Autor: Dennis Zuev (CIES)

The paper deals with the topic of imaginaries of Antarctic tourists. What is behind the Antarctic tourism imaginary and imagination? What kind of myths and narratives enchant tourists? What do tourists actually see and consider Antarctic? What comprises their visual imaginary?
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9. Tróia, do lazer ao turismo: narrativas e memórias
Autor: Vanessa Amorim (ISCTE-IUL)

Tomando como estudo de caso a indústria turística em Tróia, pretendo analisar como a utilização do local para práticas recreativas foi sofrendo alterações devido à emergência da indústria turística no local e como a narrativa turística produziu uma contra narrativa que reprova o turismo.

Para mais informações consultem o site oficial aqui.

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