(Re)visitar o terreno – parte 2

vista pra vargem e pico do sitio aberta

vista pico tabaibeiras

levada nova e levada serra lombada sitio pereirinha

A propósito de umas filmagens para um documentário que está a ser realizado sobre as paisagens da Madeira, (re)visitei hoje a Lombada da Ponta do Sol. Tenho por esta localidade um carinho especial, a qual ainda hoje exerce um certo fascínio sobre mim. Foi o meu primeiro terreno. Ali andei durante quase dois anos, para cima e para baixo, em busca de informações sobre um dos poucos sistemas de regadio tradicionais privados ainda existentes na RAM.

A primeira coisa que quis ver foi a escultura de Sílvio Cró, construída e erigida no aniversário da luta da água de Agosto de 1962. Qual não foi o meu espanto, quando fui informada que esta havia sido roubada há (quase)um ano.

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Seria (In)conveniente? Mesquinhice? O facto é que um dos elementos caracterizadores de um imaginario acerca da água já não está disponível, surgindo uma vez mais a necessidade de se criar uma narrativa adequada à indústria turística, que narre de alguma forma um acontecimento único da RAM.

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