(Re)visitar o terreno

8 - levada moinho ao pé igreja

09 - levada dos moinhos a partir levada nova

vista da lombada - pico melro

Dois trabalhos de investigação, dois terrenos diferentes, com múltiplos contextos e actores sociais, mas situados na mesma área géográfica: a ilha da Madeira.

Nem sempre é fácil dissociarmo-nos dos terrenos. Dou por mim a pensar em regressar ao primeiro, o qual está também muito próximo do segundo. Oito anos volvidos após a conclusão do trabalho de campo para a minha tese de mestrado, o tema mantém-se actual, pertinente, e penso se é efectivamente necessário voltar a trilhar os espaços sociais centrados na água de regadio por forma a (re)construir narrativas da água. Uma dessas narrativas foi tratada no meu trabalho, foi celebrada recentemente pela população quando do seu cinquentenário , porém, essa mesma narrativa ainda não figura nos roteiros locais do património nem tão pouco dos roteiros turísticos.

Por se revestir de um evento inserido numa memória global, representativo dos localismos da Lombada da Ponta do Sol, essa narrativa localiza-se nos sítios da memória, preconizados pelas gentes locais, e ainda, nos lugares de contestação.

Por estas e outras razões o regresso ao terreno far-se-á num misto de curiosidade, de expectativa e de anseios.

 

 

 

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