Imaginários turísticos e narrativas do desastre

Hoje reflicto sobre os imaginários turísticos e as narrativas do desastre, em particular o aluvião de 2010 na ilha da Madeira. Levantarei apenas algumas questões, já que me encontro a desvendar algumas pistas acerca desta matéria.

Serão as narrativas construídas pelos marketeers silenciosas/omissas em torno dos desastres naturais que ocasionalmente assolam a ilha da Madeira?

Há evidências de que na construção das narrativas turísticas são omitidas tamanhas ocorrências na medida em que a imagem de marca da Madeira ficaria comprometida, espelhando uma vulnerabilidade indesejável ao nível promocional. Em contraponto foi lançada uma campanha promocional intitulada “Madeira, as beautiful as ever” cujo objectivo foi o reforço da imagem do destino.

Sabendo que os desastres se encontram inscritos nas memórias, qual é a sua relação com os imaginários turísticos? Quais os veículos de circulação? Como são perpetuados? Quais os elementos caracterizadores das representações? Qual a influência dos imaginários turísticos na escolha do destino no pós-desastre? Quais as medidas de recuperação do destino turístico no pós-desastre?

(…)

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