A festa/festivity

Ontem fomos à festa do Colete Encarnado, a festa por excelência deste concelho, uma homenagem aos campinos: a figura maior. Para uma antropóloga, como eu, várias são as leituras que se podem fazer, e por momentos a minha mente fervilhou com novas ideias, a rondar a autenticidade, cultura e turismo face ao nexo local/global. Mas depressa me deixei imbuir pelo espírito festivo, e preocupei-se somente em fruir esse tremendo espaço de larga tradição: a festa.

Yesterday we went to the Colete Encarnado feast, a homage to the campino (countryman). To an anthropologist like me, several readings can be made, and for moments my mind was boiling with new ideas on authenticity, culture, tourism and the local/global nexus. But soon I found myself with the festive spirit and enjoyed the space of tradition: the festivity.

Muitas actividades foram organizadas para o visitante, desde uma exposição patente no Celeiro da patriarcal, às largadas de touros, aos concertos, a noite da sardinha assada (nas imensas tertúlias espalhadas pelas ruas, becos e vielas vila-franquenses), reveladores de uma festa tradicional com contornos actuais carregada de misticismo, carisma e autenticidade.

Several activities were organised to the visitors: an exposition, the bullfighting, concerts, the night of sardines, revealing a traditional festivity with actual outlines, full of misticism and authenticity.

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2 thoughts on “A festa/festivity

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